DESENHO: Revisão crítica da literatura. INTRODUÇÃO: As causas primárias da rigidez do complexo do ombro ainda não são conhecidas. A rigidez primária, ou idiopática, também chamada de capsulite adesiva e ombro congelado, é denominada genericamente de ombro rígido. Com base na fisiopatologia do ombro rígido, foi feita uma análise das vantagens do tratamento osteopático para este tipo de patologia. METODOLOGIA: Foram feitas buscas em bases de dados (Medline, Lilacs, Scielo e PEDro) sobre o ombro rígido, fisiopatologia do tecido conectivo, fisioterapia para ombro, terapia manual e tecido conectivo, terapia manual e ombro rígido, osteopatia e ombro rígido. A busca limitou-se a trabalhos em língua portuguesa, inglesa e espanhola. REVISÃO DA LITERATURA: O ritmo escápulo-umeral é um dos elementos mais importantes da estabilização ativa da cintura escapular e está alterado no ombro rígido. A rigidez que altera o ritmo escápulo-umeral associa-se às estruturas passivas. O ombro rígido é doloroso e apresenta padrão de movimento de limitação de rotação externa, abdução, flexão anterior e rotação interna. A reabilitação do ombro rígido tem por objetivos aliviar a dor, restaurar gradualmente a amplitude de movimento, especialmente dos movimentos artrocinemáticos e restabelecer a função adequada dos músculos em torno do complexo do ombro. CONCLUSÕES: Apesar das limitadas evidências da eficácia da mobilização em pacientes portadores de ombro rígido, pode-se sugerir que as técnicas osteopáticas de mobilização tecidual podem colaborar com a redução da dor e melhora da amplitude articular, pois o tratamento osteopático obedece às regras fisiológicas subjacentes ao processo de reparação do tecido conectivo.
Referência: www.ebah.com.br/content/.../tratamento-osteopatico-no-ombro-rigid...

























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